Edith wharton

Edith Wharton é considerada por muitos uma das romancistas americanas mais valiosas. A escritora tem mais de 40 romances, uma autobiografia e alguns contos para seu crédito; até mesmo alguns livros de sua autoria foram publicados post mortem. Wharton se dedicou principalmente a fazer romances e contos, mas também escreveu livros em outras áreas, como decoração e viagens.

Grande parte da vida de Edith Wharton foi passada na França, que ela adotou como seu segundo lar. Por isso, muitos de seus livros estão em inglês e francês. Em 1921, a escritora literária publicou seu livro: A Idade da Inocência com o qual ganhou o Prêmio Pulitzer. Deve-se observar que Wharton foi a primeira mulher chamada: Doutor honoris causa pela Universidade de Yale.

Biografia de Edith Wharton

Edith Newbold Jones nasceu em 24 de janeiro de 1862, na cidade de Nova York. Seus pais foram: George Frederic Jones e Lucretia Stevens Rhinelander. Graças à posição social e econômica de sua família, Edith foi educada em casa, com os melhores tutores. Além disso, Teve acesso permanente a uma grande biblioteca, da qual aproveitou ao máximo, pois sempre foi amante da leitura.

Casamento

Em 1885, Edith se casou com Edward Robbins Wharton, esse relacionamento foi um tanto tempestuoso, afetando-o em muitos aspectos. Finalmente, em 1913 - já com 28 anos - Edith conseguiu se separar legalmente de Edward, após um longo tempo de infelicidade e múltiplas infidelidades de seu esposo.

Viagens

Uma das paixões de Edith era viajar, talvez porque desde os 3 anos o fazia com os pais. Ele veio cruzar o Atlântico cerca de 66 vezes, já que suas viagens pela Europa eram constantes. Ele viajou tantas vezes que até viveu mais no velho continente do que em sua terra natal. E isso não é surpreendente, já que a vida em Nova York era mais cara.

A mesma Edith destaca em sua autobiografia os lugares maravilhosos que conheceu em todo o mundo. Entre os locais que mais o impactaram estão o Caminho de Santiago e o Pórtico de la Gloria da Catedral de Santiago; ela os considerava um dos mais incríveis e bonitos de todos.

Boas amizades

Uma das coisas pelas quais Edith Wharton é conhecida é sua amizade com figuras importantes da época. Um deles era o escritor e crítico literário Henry James, a quem dedicou um capítulo inteiro em sua autobiografia. Ele, além de amigo dela, era seu mentor. Os outros amigos de Edith eram: Theodotre Roosvelt, Jean Coteau, Sinclair Lewis, F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway.

Wharton e a primeira guerra mundial

Quando isso começou la I Guerra Mundial, Edith Wharton estava na Rue de Varenne, em Paris. A primeira coisa que a escritora fez foi usar sua influência no governo francês para permitir que ela viajasse de motocicleta até a linha de frente, com o objetivo de transportar suprimentos médicos e colaborar no que fosse necessário.

Da mesma forma, obteve a condecoração da Cruz da Legião de Honra pelo governo francês, isso graças ao seu trabalho na Cruz Vermelha e seu importante trabalho social. Todas essas experiências foram captadas pelo mesmo escritor em vários artigos, que foram então apresentados no ensaio França Luta: De Dunquerque a Belfort (1915).

Morte

Edith Wharton morreu aos 75 anos, em 11 de agosto de 1937 em Saint-Brice-sous-Forêt em terras parisienses. A morte foi devido a um acidente cardiovascular. Seus restos mortais repousam no solo sagrado de Gonards em Versalhes.

Carreira literária de Edith Wharton

A pena deste maravilhoso escritor produziu um grande acervo de obras, com dezenas de livros, contos, diários de viagem e poemas. Wharton tinha um estilo único e distinto, definido por suas tiradas com as classes sociais mais altas, apesar de vir de lá. O primeiro trabalho pelo qual ela foi reconhecida é O Vale da Decisão (O Vale da Decisão, 1902).

Em 1905 publicado: Casa da alegria (A Casa da Alegria), romance que o fez ganhar notoriedade. Assim começou para Edith Wharton um período prolífico na criação de bons livros, como: O fruto da árvore (1907) Madame de Treymes (1907), Ethan Frome (1911), até seu grande sucesso em 1920: A idade da inocência, pelo qual ele ganhou o prêmio Pulitzer.

Alguns dos melhores livros de Edith Wharton

A casa da alegria (1905)

É um romance ambientado no início do século XNUMX em Nova York. É a história de Lily Bart, uma nova-iorquina educada, inteligente e muito bonita, que ficou órfã aos 19 anos. Uma década depois ela não se casou e ainda mora com sua tia, que cuida dela desde que sua mãe morreu. O principal objetivo de Lily é viver na alta sociedade, mesmo que ela tome algumas decisões erradas ao fazê-lo.

Em sua caminhada se apaixona pelo prestigioso advogado Lawrence Selden, que não é rico e por isso nunca lhe confessa seu amor, apesar do fato de que ele retribuiu. Será difícil conseguir o que deseja, um dos motivos se deve à má fama que Bertha Dorset constrói para ela, após acusá-la de ter um relacionamento com o marido. Tudo levará Lily à solidão, esperando por algo que nunca veio.

A casa da alegria
A casa da alegria
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A idade da inocência (1920)

Como disse, esse título lhe rendeu o Prêmio Pulitzer. Este romance é uma história romântica baseada em um triângulo amoroso que se passa em Nova York em 1870. No desenvolvimento da trama, os luxos e costumes marcantes das classes sociais da época são descritos em detalhes. Seus personagens principais são Newland Archer - advogado -, sua noiva May Welland e sua prima, Condessa Olenska.

Arqueiro É um cavalheiro focado que não quer repetir o perfil dos homens de duplo padrão da época, infiéis e hipócritas. Ele é fiel aos seus princípios e crítico dos costumes da alta sociedade.; Ele sempre mostrou respeito por maio, até o dia em que Olenska voltou, e sua simples presença fez o homem duvidar de seus sentimentos. É assim que se desenrolará uma história que aborda questões delicadas da época e que terminará com mudanças inesperadas.

Folga A idade da inocência
A idade da inocência
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Um olhar para trás (1934)

Em 1934, Edith Wharton publicou sua autobiografia. No trabalho ele reconhece que viveu em plenitude e descreve em detalhes sua infância, juventude e idade adulta (exceto no que diz respeito ao seu casamento). A autora conta como realizou tudo o que era apaixonada: leitura, escrita, viagens e trabalho social. Além disso, ele reconheceu o valor da decoração em sua vida.

A área literária da vida de Wharton ocupa um ponto importante em sua autobiografia. Descreve-se a elaboração dos seus trabalhos e as inspirações que os levaram a criá-los. Além disso, fala sobre sua experiência na Primeira Guerra Mundial e as colaborações que deu a muitos necessitados. Outro ponto a destacar dentro do título são os grandes e bons amigos que Edith Wharton teve ao longo de sua existência, aos quais dedica parte significativa do trabalho.


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